domingo, 19 de outubro de 2008
Capítulo III
Aquele que conseguir isto terá todo mundo a seu lado. Aquele que não conseguir, trilhara um caminho solitário
Por que falar sobre o que nos queremos? Isto é criancice. Absurdo. Naturalmente você está interessado no que quer. Está eternamente interessado em tal coisa. Mas apenas você. Ninguém mais. O resto dos homens não é diferente. Estamos todos interessados no que nós queremos.
Assim, o único meio existente na terra para influenciar uma pessoa é falar sobre o que ela quer e mostrar-lhe como realizar o seu intento.
Lembre-se disto amanha quando estiver procurando conseguir que alguém faça uma determinada coisa. Se por exemplo não quer que seu filho fume, não lhe pregue sermões, e não fale sobre o seu desejo, mostre-lhe, porem, que os cigarros diminuem as suas possibilidades no time de futebol ou na vitória da corrida de cem metros. É um excelente processo para ser empregado, quer você esteja tratando com crianças, novinhos ou chipanzés.
O Prof. Harry Overstreet, no seu grande livro Influencing Human Behavior, diz: “A ação emana daquilo que fundamentalmente desejamos... e o melhor conselho que se pode dar as pessoas que tem necessidade de convencer alguém, seja nos negócios, no lar, na escola ou na política, é despertar na outra pessoa um desejo ardente. Aquele que puder conseguir isto terá todo o mundo a seu lado. Aquele que não conseguir, trilhará um caminho solitário”.
Entenda que o único modo de influenciar as pessoas é falar sobre o que elas querem.
Amanha você quer persuadir alguém a fazer alguma coisa?
Antes de abordar o assunto faça a si mesmo a pergunta: “Como poderei fazer com que ele queira isto”? Uma pergunta assim evitara a nossa pressa e a falta de trato com outras pessoas tagarelando futilmente apenas sobre nossos desejos.
Veja agora um dos melhores conselhos já dado sobre a fina arte das relações humanas dado por Henry Ford: “Se há algum segredo de sucesso, consiste ele na habilidade de aprender o ponto de vista da outra pessoa e ver as coisas tão bem pelo angulo dela como pelo seu”.
Amanha quando for escrever um currículo, não mencione o que você quer, mas escreva de que modo poderá ser útil, enfocando não as necessidades sua, mas a deles.
Milhares de pessoas estão enchendo as ruas hoje, fatigados, desanimados e mal pagos. Por quê? Exclusivamente porque estão sempre pensando apenas no que eles querem. Não compreendem que nem você nem eu queremos comprar coisa alguma. Se o quiséssemos, sairíamos e compraríamos. Mas nós ambos estamos eternamente interessados na solução dos nossos problemas. E, se um vendedor é capaz de mostrar-nos como seus serviços ou suas mercadorias podem ajudar-nos a resolver nossos problemas, não necessita vender-nos coisa alguma. Nós compraremos. E todo freguês gosta de sentir que esta comprando nunca que lhe estão vendendo.
O mundo esta cheio de pessoas assim: exploradoras e que só olham para si. Por isso, o raro individuo que desinteressadamente procura ser útil aos outros, desfruta enorme vantagens. Encontra pequena concorrência. Owen D. Young disse: “O homem que pode colocar-se no lugar dos outros, que pode compreender as maquinações dos seus cérebros, não precisa ter preocupações acerca do que lhe reserva o futuro”.
Se depois de ler este resumo conseguir uma coisa – um aumento na tendência de pensar sempre do ponto de vista das outras pessoas e encarar as coisas pelo seu ângulo – se obtiver esta coisa, ela facilmente lhe provará que é um dos marcos da sua vida.
Considerar o ponto de vista alheio e despertar no outro um desejo de possuir algo, não deve ser entendido como manipulação, decorrendo disso que a pessoa fala alguma coisa em detrimento dela e em beneficio de quem a persuadiu. Numa negociação, ambas as partes saem beneficiadas.
William Winter frisou certa feita que “a auto-expressão é uma necessidade dominante da natureza humana”. Por que não podemos nós empregar a mesma psicologia nos negócios? Quando temos uma idéia brilhante, em vez de apresentá-la a outra pessoa como nossa, por que não deixamos “cozinhar e misturar” a idéia? Essa pessoa vai encará-la como sendo dela mesma; gostara e comera dois pratos da nossa idéia.
Lembre-se: “Primeiro: Despertar na outra pessoa um ardente desejos. Aquele que conseguir isto terá o mundo a seu lado. Quem não conseguir trilhará um caminho solitário”.
Principio III
Desperte na outra pessoa um ardente desejo.
sábado, 18 de outubro de 2008
Capítulo II
Capítulo II
O grande segredo de tratar com as pessoas
Sob o firmamento existe apenas um meio de conseguir que alguém faça alguma coisa. Você já meditou alguma vez nisto?
Sim, apenas um único meio. E este meio é conseguir que a outra pessoa queira fazer. Lembre-se: não existe outro caminho.
Naturalmente você pode fazer com que um homem lhe dê um relógio achegando-lhe um revolver sobre as costelas. Pode obter de um empregado a sua colaboração “até você virar as costas” ameaçando-o com a despedida. Pode levar uma criança a fazer o que você deseja por meio de pancadas ou ameaças.
Mas todos esses métodos cruéis têm repercussões profundamente indesejáveis.
O único processo pelo qual posso conseguir que você faça alguma coisa é dando-lhe o que você quer.
Que quer você?
Sigmund Freud disse que tudo em você e em mim emana de dois motivos: a necessidade sexual e o desejo de ser grande.
John Dewey, o mais profundo dos filósofos da América, opina um pouco diferentemente. Diz que a mais profunda das solicitações na natureza humana é “o desejo de ser importante”. Guarde esta frase: “O desejo de ser importante”. É ela muito significativa.
Que quer você? Não muitas coisas, mas poucas coisas que você deseja apresentam-se com muita insistência que não poderá ser apagada. Quase todo adulto normal deseja:
1. Saúde e preservação da vida;
2. Alimento;
3. Repouso;
4. Dinheiro e as coisas que o dinheiro pode proporcionar;
5. Vida fartura;
6. Satisfação sexual;
7. O bem-estar dos filhos;
8. Uma sensação de importância.
Quase todos esses desejos são satisfeitos – todos, menos um. Existe um que se apresenta quase tão profundo, quase tão imperioso como o desejo de alimento ou de repouso e que raramente é satisfeito. É o que Freud chama “o desejo de ser grande”, é o que Dewey designa por “desejo de ser importante”. Lincoln disse uma vez “Todos gostam de um cumprimento” e Willian James disse “O mais profundo principio da natureza humana é a ânsia de ser apreciado”.
Se você me disser que se sente importante eu lhe direi que é você. Isto determina o seu caráter. É a coisa mais significativa sobre você.
Segundo Schwab, a razão de perceber um salário tão elevado era a habilidade no tratar com as pessoas. Perguntei-lhe como fazia isso. Eis o segredo, exposto por suas próprias palavras que deviam ser gravadas na eternidade do bronze e postas em cada lar e escola, em todas as lojas e em todos os escritórios da terra, palavras que as crianças deviam decorar ao invés de gastar seu tempo decorando a conjugação dos verbos latinos e a quantidade das chuvas anuais, palavras, enfim, que transformarão a sua vida e a minha vida, caso nos resolvamos a segui-las: “Considero minha habilidade em despertar o entusiasmo entre os homens” disse Schwab, “a maior força que possuo, e o meio mais eficiente para desenvolver o que há de melhor em homem é a apreciação e o encorajamento”, “não há mais capaz de matar as ambições de um homem do que a critica dos seus superiores”. “Acredito no incentivo que se dá a um homem pra trabalhar. Assim, sempre estou ansioso para elogiar, mas repugna-me descobrir falta. Se gosto de uma coisa, sou sincero na minha aprovação e pródigo no meu elogio”. Eis o que Schwab fazia. Mas o que faz a média dos homens? Exatamente o oposto. Se não gosta de qualquer coisa, investe contra o subordinado; mas, se gosta, não diz coisa alguma. Como reza um dito: “O mal fiz uma vez e nisso sempre falaram; o bem fiz duas vezes, mas nisso nunca falaram”. Andrew Carnegie elogiava seus associados publicamente, do mesmo modo que fazia em particular. Fazia questão de elogiar seus assistentes ate mesmo na sepultura.
Quando se realizou um estudo sobre as esposas que abandonavam os maridos, qual foi a conclusão a que se chegou? “Falta de reconhecimento”. A partir de então compreendi que poder tem a apreciação.
Disse Alfred Lunt: “Nada há que eu necessite tanto como estímulos para minha vaidade”. Alimentamos os corpos de nossos filhos, amigos e empregados, mas apenas esporadicamente alimentamos a sua vaidade.
Alguns leitores estão dizendo justamente agora que acabam de ler estas linhas: “Isto não passa de tolices! Isto não dá resultado algum a não ser com pessoas atrasadas”.
Por certo que a bajulação raramente produz efeito com gente de discernimento. É frívola, egoísta e insincera. Deve falhar e constantemente acontece isso. Muitas pessoas se acham tão famintas, tão sedentas por apreciação que aceitam qualquer coisa, do mesmo modo que o homem está morrendo à fome come ate capim e minhocas. No trato diário a bajulação far-lhe-á mais mal que bem.
A diferença entre elogio e bajulação? É simples. Um é sincero e a outra é insincera. Um vem do coração; a outra da boca para fora. Um é altruísta; a outra é egoísta. Um é universalmente admirado; a outra é universalmente condenada. O general Obregon filosofava: “Não tenha medo dos inimigos que o atacam. Tenha medo dos amigos que o bajulam”. Não! Não! Não estou sugerindo a bajulação. Longe disso. Estou falando sobre um novo modo de viver. Deixe me repetir. Estou falando sobre um novo modo de viver.
O Rei Jorge V dizia: “Ensina-me a não fazer, nem receber elogio barato”. Está aí tudo em que consiste a bajulação: elogio barato. Li certa vez uma definição pra bajulação que merece ser repetida: “Bajulação consiste em dizer a um outro homem justamente o que ele pensa a cerca de si mesmo”.
Uma das virtudes mais negligenciadas no nosso dia-a-dia é a valorização. As vezes, por algum motivo, descuidamos de fazer um elogio ao um filho ou a uma filha quando nos apresentam suas boas notas, e deixamos de incentivar nossas crianças quando pela primeira vez fazem um bolo ou constroem uma gaiola de passarinho. Nada alegra mais uma criança que esse tipo de elogio e de interesse por parte dos pais.
Da próxima vez que você gostar do filet mignon que comer no restaurante do clube, peça ao garçom para dizer ao cozinheiro que ele estava excelente, e quando um vendedor cansado se mostrar de uma gentileza incomum, não esqueça de mencioná-lo.
Experimente deixar um rasto amistoso de pequenas centelhas de gratidão a sua passagem. Você se surpreendera em ver como elas acendem chamas de amizades que alumiarão sua trajetória numa próxima visita. O elogio honesto obteve resultados onde a critica e a ridicularização falharam.
Magoar as pessoas não apenas não as modificam como jamais as despertam para suas atividades. ‘Passarei por este caminho uma só vez; por isso, se existe qualquer bem ou qualquer gesto de bondade que eu possa fazer em beneficio do ser humano, que o faça já. Que eu não o adie ou negligencie, pois por aqui jamais passarei’.
Emerson dizia: “todo homem que encontro é superior a mim em alguma coisa. E neste particular eu aprendo dele”.
Deixemos de pensar nas nossas qualidades, nos nossos desejos. Experimentemos descobrir as qualidades boas de um outro homem. Esqueçamos então a bajulação. Façamos um honesto e sincero elogio. “Seja: sincero na sua aprovação e pródigo no seu elogio e as pessoas prezarão suas palavras, guardando-as e repetindo-as durante toda a vida repetindo-as anos depois, quando você já as tiver esquecido”.
Principio II
Faça um elogio honesto e sincero.
domingo, 12 de outubro de 2008
Capítulo I
“Se quer tirar mel, não espante a colméia”.
O falecido John Wanamaker confessou certa feita: “Eu aprendi há trinta anos que é uma loucura a crítica. Já não são pequenos meus esforços para vencer minhas próprias limitações sem me amofinar com o fato de que Deus não realizou igualmente a distribuição dos dons de inteligência”.
A crítica é fútil porque coloca um homem na defensiva, e usualmente, faz com que ele se esforce para justificar-se. A crítica é perigosa porque fere o precioso orgulho do indivíduo, alcança o seu senso de importância e gera o ressentimento.
B. F. Skinner, o mundialmente famoso psicólogo, através de seus experimentos demonstrou que um animal é recompensado por bom comportamento aprenderá com maior rapidez e reterá o conteúdo aprendido com muito maior habilidade que um animal que é castigado por mau comportamento. Estudos recentes mostram que o mesmo se aplica ao homem. Todas as vezes que um de nós tiver que criticar alguém lembremos que: “As críticas são como pombos, sempre voltam aos pombais”. Tenhamos em mente que a pessoa a quem vamos criticar e condenar, provavelmente se justificará e, por seu turno, nos condenará.
Abraham Lincoln dizia: “Não julgueis, se não quiserdes ser julgados” e “Não os critiquem; são eles exatamente o que nós seríamos sob idênticas condições”.
As criticas violentas e as repreensões redundam sempre em futilidade. Então antes de criticar alguém façamos as seguintes perguntas: Como eu resolveria este problema? Que faria eu em seu lugar?
Você conhece alguém a quem deseja modificar, aconselhar e melhorar? Excelente! Isso é muito bom. Mas primeiro lembre-se: Por que não começar por si mesmo? De um ponto de vista eminentemente egoísta é muito mais proveitoso do que experimentar melhorar os outros e um pouco menos perigoso. “Não se queixe da neve no telhado da casa do seu vizinho, quando a soleira da sua porta não está limpa”, disse Confuncio.
Se nós quisermos evitar amanhã um ressentimento que poderá prolongar-se por décadas e durar até a morte, sejamos tolerantes e não critiquemos, pois assunto nenhum justifica a crítica. Quando tratarmos com pessoas, lembremos-nos sempre de que não estamos tratando com criaturas de lógica. Estamos tratando com criaturas emotivas, criaturas suscetíveis as observações norteadas pelo orgulho e pela vaidade.
Benjamin Franklin, disse: “Não falarei mal de nenhum homem e falarei tudo de bom que souber de cada pessoa”.
Qualquer idiota pode criticar, condenar e queixa-se e a maioria dos idiotas faz isso. Mas é preciso ter caráter e autocontrole para ser complacente e saber perdoar. Na opinião de Carlyle, “Um grande homem demonstra sua grandeza pelo modo como trata os pequenos”.
Vamos ler agora um clássico do jornalismo norte-americano, “Father Forgets” (“O Pai Perdoa”).
O Pai Perdoa
Escute filho: enquanto falo isso, você está deitado, dormindo, uma mãozinha enfiada embaixo do seu rosto, os cachinhos louro molhados de suor grudado na fronte. Entrei sozinho e sorrateiramente no seu quarto. Há poucos minutos atrás, enquanto eu estava sentado lendo meu jornal na biblioteca, fui assaltado por uma onda sufocante de remorso. E, sentindo-me culpado, vim para ficar ao lado de sua cama.
Andei pensando em algumas coisas, filho: tenho sido intransigente com você. Na hora em que se trocava para ir a escola, ralhei com você por não enxugar direito o rosto com a toalha. Chamei-lhe a atenção por não ter limpado os sapatos.
Gritei furioso com você por ter atirado alguns de seus pertences no chão.
Durante o café da manhã, também impliquei com algumas coisas. Você derramou o café fora da xícara. Não mastigou a comida. Pôs o cotovelo sobre a mesa. Passou manteiga demais no pão. E quando começou a brincar e eu estava saindo para pegar o trem, você se virou, abanou a mão e disse: “Chau Papai!” e, franzindo o cenho, em resposta lhe disse: “Endireite os ombros!”
De tardezinha, tudo recomeçou. Voltei e quando cheguei perto de casa vi-o ajoelhado, jogando bolinhas de gude. Suas meias estavam rasgadas. Humilhei-o diante de seus amiguinhos fazendo-o entrar na minha frente. As meias são caras. Se você as comprasse tomaria mais cuidado com elas! Imagine isso, filho, dito por um pai!
Mais tarde, quando eu lia na biblioteca, lembra-se de como me procurou, timidamente, uma espécie de mágoa impressa nos seus olhos? Quando afastei meu olhar do jornal, irritado com a interrupção, você parou à porta: “O que é que você quer?”, perguntei implacável.
Você não disse nada, mas saiu correndo num ímpeto em minha direção, passou seus braços em torno do meu pescoço e me beijou; seus braços foram apertando com uma afeição pura que Deus fazia crescer em seu coração e que nenhuma indiferença conseguiria extirpar. A seguir retirou-se, subiu correndo os degraus da escada.
Bom, meu filho, não passou muito tempo e meus dedos afrouxaram, o jornal escorregou por entre eles, e um medo terrível e nauseante tomou conta de mim. Que estava o hábito fazendo de mim? O hábito de ficar achando erros, de fazer reprimendas; era dessa maneira que eu o vinha recompensando por ser uma criança. Não que não o amasse; o fato é que eu esperava demais da juventude. Eu o avaliava pelos padrões de minha própria vida.
E havia tanto de bom, de belo e verdadeiro no seu caráter. Seu coraçãozinho era tão grande quanto o sol que subia por detrás das colinas. E isto eu percebi pelo seu gesto espontâneo de correr e dar-me um beijo de boa noite. Nada mais me importa nesta noite, filho. Entrei na penumbra de seu quarto e ajoelhei-me ao lado de sua cama, envergonhado!
É uma explicação inútil; sei que, se você estivesse acordado, não compreenderia essas coisas. Mas amanhã eu serei um papai de verdade! Serei seu amigo, sofrerei quando você sofrer, rirei quando você rir. Morderei minha língua quando palavras impacientes quiserem sair pela minha boca. Eu irei dizer e repetir, como se fosse um ritual: “Ele é apenas um menino; um menininho”.
Receio que o tenha visto até aqui como um homem; mas, olhando-o agora, filho, encolhido e amedrontado no seu ninho, certifico-me de que é apenas um bebê. Ainda ontem esteve nos braços de sua mãe, a cabeça deitada no ombro dela. Exigi muito de você, exigi muito.
Em lugar de condenar os outros, procuremos compreendê-los. Procuremos descobrir por que fazem o que fazem. Essa atitude é muito mais benéfica e intrigante do que criticar; e gera simpatia, tolerância e bondade. “Conhecer tudo é perdoar tudo”.
Como disse o Dr. Johnson: “O próprio Deus, não se propõe julgar o homem até o final de seus dias; por que faríamos, você e eu?”
Princípio I
Não critique, não condene e não se queixe.